segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Mil maneiras de amar

Mil maneiras de amar
Há dias em que acordamos com certa nostalgia, e nos perguntamos se realmente somos responsáveis por aquilo que cativamos, chegamos a conclusão que sim, porem as expectativas que criamos deixamos a desejar, foge a nossa imaginação tudo aquilo que cativamos no inconsciente coletivo, sempre que posso me contenho em minhas comemorações das vitorias da vida, afinal esta tende a incomodar, o amor é maior vitória falo do amor verdadeiro aquele que não é egoísta e sempre paciente, aqueles que sentimos pelos nossos pais e filhos, nos os PIMENTAS sempre  fomos melhor escrevendo que falando, pois escrevendo podemos medir os termos e falando temos a tendência de dizer o que nos incomoda no momento,  o celebro torna-se mais perto da boca que o coração, sempre escrevi dos amores que senti e vivi, e pouco falei deles aos interessados, nem por isso deixo de amá-los mais ou menos com a mesma intensidade, hoje tenho experiências novas como o amor dos netos, tenho Antônio, André e Fernanda, são mais três motivos para voltar para casa, antes tinha três Waldeci. Marden e Dina. Na vida até o amor se multiplica, por isso achamos que há mil maneiras de se amar, o que devemos cultivar e o respeito, peço perdão aos sentimentos que expectativas que sempre deixo brotar em algumas pessoas, e fruto de uma personalidade carismáticas que apreendi ao longo da vida, se magoamos as pessoas as vezes é involuntário, temos  a tendência de ser agradável a todos, e isso as vezes é agressivo, o todos um bom dia

terça-feira, 26 de junho de 2012

Respirar – um sopro de vida

Consideramos viver o ato de respirar e sobreviver o ato de poder respirar, quando temos uma vida sossegada e podemos respirar livremente, não damos o devido valor a este simples ato, só quando a vida nos sufoca, e sentimos a falta do ar, lembramos que poderíamos e devíamos ter dado mais valor a este simples ato, e terceiros tendem a cercear este ar, nos sentimos acuados, embora as leis da natureza preconizem que sem ar não sobrevivemos, é neste momento que é oferecido um pequeno tubo, para buscar uma gota de ar, sentimos que o ar esta nos faltando,  e só aqueles que amamos sabem o quanto precisamos respirar, respirar o ar da amizade, do perdão, do bem querer, se não valorizamos antes, é porque não temos a verdadeira noção de quanto nos faz falta, o ar do âmbito familiar, que passamos 29 anos respirando junto, quero agradecer a minha família por dar mais uma oportunidade em um sopro de vida no meu dia a dia, e dizer que este ar que respiro hoje, e tão bom quanto o de ontem e de anteontem e todos os 29 anos juntos , obrigado a minha esposa Waldeci, aos meus filhos Marden e Almedina e ao meu neto Antonio Pimenta

sábado, 31 de março de 2012

Amigos... A gente não faz amigos, reconhece-os. - Vinícius de Moraes

Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta
necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos,
Enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que
tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se
morressem todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus
amigos e o quanto minha vida depende de suas existências .
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso
lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que
estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro,
embora não declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.
E me envergonho, porque essa minha prece é, em
síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo
.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos,
cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer ...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a
roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.

SUTIL DIFERENÇAS - SHEAKESPEARE

Depois de algum tempo você percebe a diferença,
a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo, você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...
E aceita que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.
SHEAKESPEARE

sexta-feira, 30 de março de 2012

Para refletir sobre nossos momentos com Chico Xavier

Quando você conseguir superar
graves problemas de relacionamentos,
não se detenha na lembrança dos momentos difíceis,
mas na alegria de haver atravessado
mais essa prova em sua vida.

Quando sair de um longo tratamento de saúde,
não pense no sofrimento
que foi necessário enfrentar,
mas na bênção de Deus
que permitiu a cura.

Leve na sua memória, para o resto da vida,
as coisas boas que surgiram nas dificuldades.
Elas serão uma prova de sua capacidade,
e lhe darão confiança
diante de qualquer obstáculo.

Uns queriam um emprego melhor;
outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta;
outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena;
outros, apenas viver..
Uns queriam pais mais esclarecidos;
outros, ter pais.

Uns queriam ter olhos claros;
outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita;
outros, falar.
Uns queriam silêncio;
outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo;
outros, ter pés.

Uns queriam um carro;
outros, andar.
Uns queriam o supérfluo;
outros, apenas o necessário.

Há dois tipos de sabedoria:
a inferior e a superior.

A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe
e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha a sabedoria superior.
Seja um eterno aprendiz na escola da vida.

A sabedoria superior tolera;
a inferior, julga;
a superior, alivia;
a inferior, culpa;
a superior, perdoa; a inferior, condena.
Tem coisas que o coração só fala
para quem sabe escutar!

Chico Xavier

quarta-feira, 28 de março de 2012

Tributo a Edilene Lima

C

onstantemente somos testados em todas as fases da vida, quando criança o grande desafio e apreender a andar, quando adolescente somos testados quanto a nossa capacidade de evolução da maturidade, quando adulto passamos ao teste mais improvável, que é o convívio com seres que tendem a ser diferentes em vários aspectos, nessa fase evoluímos o senso de profissionalismo, são sentidos que vamos juntando, desde a fase de apreender a andar, evoluir nossa maturidade, quando andamos tropeçamos e somos meio desengonçados, o mesmo ocorre quando iniciamos nossa vida profissional, damos alguns tropeços e às vezes até caímos, porem como criança, nos erguemos e levamos em frente nosso caminhar, profissionalmente atingimos a fase da adolescência, e ai só a nossa evolução da maturidade e senso de justiça, pode nortear nossas ações, em sua fase adulta você demonstrou que soube aprender a caminhar, os tropeços foram superados pelo seu caminhar firme com maturidade e senso de justiça, hoje considero você uma profissional que ensinou o respeito e sendo de justiça, as vezes somos incompreendido pelo senso de profissional que exercemos, podemos pecar por excesso, nunca por omissão e se tem algo que você não cometeu foi o crime de omissão, parabéns, foi bom trabalhar com você, peço desculpa pelos nossos entraves, porem todos serviram para evoluir como profissional e como pessoal, se a vezes nos excedemos e porque temos personalidades diferentes, porem nosso senso profissional jamais deixou que nossos pontos de vista pessoal interferisse em nossas decisões, torço pelo seu crescimento profissional onde ele ocorre, seus pés seguem o ritmo do vento seu profissionalismo será sempre seu instrumento, parabéns, espero que todas as vezes que nos encontrarmos possamos trocas boas experiências profissionais.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Manifesto a Artur Neto – Reflexões sobre o Nosso Voto

Artur Neto nasceu em Manaus, mas passou a adolescência e a juventude no Rio de Janeiro, onde se formou em Direito. Foi um destacado líder estudantil nos anos de chumbo e se filiou ao MDB velho de guerra em 1966.

Diplomata de carreira, concluiu o Instituto Rio Branco em 1976. Foi professor de inglês e francês, tendo realizado cursos de aperfeiçoamento nas Universidades de Michigan (USA) e Cambridge (UK).

Em 1978, ele saiu candidato a deputado federal pelo MDB, mas acabou ficando na primeira suplência. Em 1982, se elegeu deputado federal pelo PMDB.

Exemplo raro de cafuzo sem melanina, daí o apelido de “Macaxeira”, Artur Neto virou político por uma contingência familiar.

Em dezembro de 1968, nas vésperas do AI-5, o ex-líder do PTB no Senado e então vice-líder do MDB, Artur Virgílio Filho, fazia um discurso destemperado, valente, raivoso, denunciando os horrores da ditadura militar, numa sessão do Congresso.

– Que nos fechem hoje, mas com o povo que nos assiste ao nosso lado, e não nos fechem amanhã, ingloriamente, com o aplauso do povo brasileiro, como aconteceu em 1937! – vociferava o senador.

Vice-líder do MDB na Câmara e amigo de Artur Virgílio, o deputado Paes de Andrade pede-lhe um aparte, para se solidarizar com ele. Artur Virgílio faz que não vê. Paes insiste, Artur Virgílio não dá a mínima. Quando desceu da tribuna, Paes foi lhe cobrar:

– O que é isso, Virgílio? Como é que você me negou um aparte?...

– Paes, eu hoje não fiz um discurso, fiz um requerimento. Esse discurso é um requerimento de cassação. Você não tinha nada que entrar no meu requerimento. Cumpri meu dever de trabalhista e vice-líder da oposição e sei que eles vão me cassar. Estou indo embora, mas você precisa ficar para continuar lutando pela redemocratização do país.

Dito e feito. No mês seguinte, o senador foi cassado.

Catorze anos depois, o filho mais velho estava em Brasília dando continuidade à luta do pai.
Dono de um discurso fluente e vigoroso, Neto logo conquistou o Congresso e virou “arroz-de-festa” dos movimentos sociais.

Começaram a chover convites para ele fazer palestras em sindicatos e dar apoio político às greves de trabalhadores em todo o país.

Em 1984, ele estava em Fortaleza, participando de uma manifestação dos professores contra o governador Luiz Gonzaga Mota, o “Totó”, na frente do Palácio da Luz, quando o líder do governo na Assembleia, deputado estadual Ciro Gomes (PDS), veio tomar satisfações:

– O senhor não tem vergonha de vir lá do Amazonas participar dessa baderna?... – disparou Ciro, visivelmente irritado.

De cima do trio elétrico, Artur Neto não negou fogo:

– Vergonha devia ter o senhor, que serve com fidelidade canina a um ditadorzinho provinciano com nome de vira-lata. Quem esse Totó pensa que é pra fazer essa cachorrada com os briosos professores da terra de Iracema?...

A multidão aplaudiu ruidosamente Artur Neto, mas o bate-boca entre os dois logo enveredou pela baixaria e contribuiu para torná-los inimigos irreconciliáveis até hoje.

Em 1986, Artur Neto se filiou ao PSB e foi candidato a governador pela oposição. Perdeu para Amazonino (PMDB), apoiado por Gilberto Mestrinho.

Em 1988, foi candidato a prefeito de Manaus, de novo pela oposição, e derrotou Gilberto Mestrinho (PMDB), apoiado por Amazonino.

Em 1989, a pedido do senador Mário Covas, Artur Neto se filiou ao PSDB.

Em 1990, Ciro Gomes se elegeu governador do Ceará pelo PSDB.

No ano seguinte, o ex-vereador Robson Tiradentes, na época um dedicado aspone de Artur Neto na prefeitura, embarcou num avião em Teresina, com destino a Brasília, quando notou o governador tucano lendo um jornal, ao lado de um assento desocupado. Inocente, puro e besta, Robson sentou-se ao lado de Ciro e puxou assunto:

– Eu sou um grande admirador do seu trabalho, governador! – babou ele. “Acho que o senhor está fazendo um governo pai-d’égua!”.

Ciro, com aquele seu ar imperial, dobrou o jornal, virou-se para o desconhecido e o interpelou:

– É? E quem é você?...

– Ah, eu sou lá de Manaus e trabalho com um grande líder do seu partido...

– É? E quem é ele?...

– O prefeito Artur Neto, governador!

Ciro ficou olhando para Robson como se estivesse analisando um inseto. Aí, espumando de ódio, rodou a baiana:

– O senhor é muito atrevido! Muito folgado! Retire-se daqui agora mesmo! Retire-se agora mesmo ou vou perder a compostura!!!

Com medo de ser estapeado, Robson trocou de lugar.

Ele só foi entender a história quando contou o incidente para o prefeito.
Que, claro, morreu de rir.
 Como deixar de votar em um senador com um senso de humor desse naipe?
Texto Transcrito do Blog de : Simão Pessoa Manaus, Amazonas, Brazil Canalha exemplar, pai extremado, filho pródigo, irmão zeloso, amigo fiel, amante de quem ama, consumidor de quelônios, colecionador de discos (só samba do bom e blues tocado por negro, além de clássicos do rock, do reggae e do funk), ex-quarto zagueiro dos imbatíveis Murrinhas do Egito e Setembro Negro, hoje obeso, colecionador de gibis do Asterix, vascaíno em tempo integral.